
Sexta-feira convesávamos, um amigo e eu, sobre a facilidade (ou não)que uma pessoa com qualificação superior em diversos níveis (graduação, pós e mestrado..)tem em absorver noções diferentes e sua capacidade de aprender coisas novas, portanto, mais aguçada.
A última afirmação foi de que, pessoas de classes econômicas mais altas, são mais inteligentes do que as pessoas de classe mais baixa. Não discordei disso, porque pra mim, inclusive, esta é uma afirmação um tanto quanto óbvia demais, sem que estudo algum precise comprová-la. Só que pra mim, a explicação seria sociológica, e não científica, como a teoria de alguns estudiosos, incluindo aí, geneticistas, que afirmam que a inteligência é uma herança genética.
Como esplicar filhos de pais "burros" que são inteligentes e filhos de pais inteligentes que são "burros"????
Brincadeiras à parte, e não saindo muito de nossas fronteiras, estudar mais ou menos depende de dinheiro, ou sendo muito otimista, ter grande força de vontade.
Ser rico traz sim um plus a mais de inteligência. Por quê?? Ora...muito fácil.
Primeiro: se eu tenho dinheiro, eu posso ter acesso a livros, revistas e tudo o mais que oferece conhecimento. Se eu tenho dinheiro, meu tempo não vai precisar ser dividido entre trabalho (muitas horas) e estudo (as horas que sobram).
Segundo: sendo rico eu posso pagar um colégio e uma universidade de qualidade, e não simplesmente ter de frequantar uma escola pública para cumprir a meta do governo de "zero de analfabetismo". Escola pública é defasada, sucateada...os governos não investem em educação de qualidade, porque formar gente com consciência crítica e que saiba diferenciar o joio do trigo, não dá voto. Então, que os pobres fiquem burros. Se eles sabem escrever o nome e ler o nome do candidato na urna, está ótimo já!!!
Terceiro: muito importante...não se aprende de barriga vazia e com frio. Essa afirmação não precisa de mais explicações.
Então, é simples explicar a teoria que meu amigo me falou.
Gente com mais dinheiro sem dúvida é mais inteligente que gente pobre.
Mas, felizmente, temos grandes excessões nesse país do cão.
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