segunda-feira, 20 de junho de 2011

Once more

Se a sexta-feira foi de pauleira, o fim de semana foi tranquilo.
Queria muito fazer uma coisa e fiz...mais uma vez, de novo.
e foi tão bom, tão sem esperança de nada...
Um reencontro diferente de todos os outros, muita coisa dita, muita coisa ouvida, muito sentimento...compromisso só em fazer o bem, sem machucar.
Acabo, um dia, ficando crack nesse tipo de coisa.
o toque ainda é o mesmo, o beijo ainda é gostoso...o resto então, nem se fala!
Mas eu queria poder fazer mais...
Eu sei que não é da minha competencia, mas queria que ele se sentisse melhor.
Queria que ele estivesse feliz, ou pelo menos que ele se sentisse menos pesado...
Assim como ele sente por mim.
Pela primeira vez eu tenho certeza do quanto uma pessoa (um homem) gosta de mim, e de que tipo de gostar se trata.
Pela primeira vez não me senti incomodada com a revelação.
Estou aprendendo...crescendo.
E a culpa é dele...culpa boa, claro.
E por isso eu devo a ele alguma coisa a mais.
Porque até agora eu não sei porque vim ao mundo...
então quero que a minha passagem por aqui faça alguma coisa de boa por alguém.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Direita, esquerda...volver???


É fácil quando é com os outros.
É fácil falar, dar conselhos.
Fácil dizer que o sapato é lindo e que usaria ele numa boa. Mas e o calo que ele aperta, já parou pra pensar nele?
Se tivesse parado pra pensar, não teria falado tanta bobagem.
Aliás, se tivesse parado pra pensar, não teria feito tanta bobagem.
Entre o certo e o errado, qual vale mais a pena?
O que é certo ou até que ponto é eraado?
Ser de centro nem sempre resolve tudo. Uma hora na vida você tem que escolher se vai pra esquerda ou para a direita, porque senão, o bicho pega.
E sinceramente, não sei se estou preparada para encarar o bicho...
Pelo menos não assim, não sozinha.
Alguém quer dividir a responsabilidade comigo???
De um lado tem a indiferença do "eu não tenho nada a ver com isso".
Do outro, eu não sei.
Mas ambos os lados têm consequencias e, eu não sei se dessa vez eu mato no peito ou levo bolada e rolo de dor, fazendo o jogo parar.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Mais uma vez...eu sei....

Tudo bem, a história foi divertida, mas agora está na hora de acordar e cair na real de novo...
quinze ou vinte dias de curtição, só que agora é nova faze...deu pra ti.
Vou pra Porto Alegre, tchau.
Ou talvez nem se diga tchau, que é pra não ficar com a impressõa de que foi alguma coisa.
Mas, como diria o filósofo Ernani da Visate: tu mata no peito e aguenta!!!!
Mato no peito, domino a bola e chuto na direção do gleiro.
Se for gol, beleza.
Se não for, tabela de novo que eu tento outra vez!!!!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Return

Nossa! Quase um ano sem escrver aqui.
Meus "muitos fãs" (só pra eu me sentir bem) devem estar desesperados...huahuahuahuauauha
Nada de muito importante aconteceu neste período de abstinência palavrória.
A vida segue seu curso trabalho-faculdade-casa-bombeiros.
Minha eterna depressão não dá trégua, não desgruda do meu encalço.
De tão perto que ela fica, chego a dialogar (ou monologar?) com ela.
Por certo não obtenho respostas ou encontro aquilo que falta, que é uma coisa que nem eu sei exatamente o que é.
José Alencar finalmente descançou. Até gritei se ele não queria companhia nesse caminho de agora.
Eu iria, certo que sim. Mas ao dizer isto, devo confessar que sinto uma certa vergonha em desistir da vida assim tão fácil, já que ele, lutou.
De qualquer forma, tenho um atestado de sete dias.
Quero com todas as veras de minh'alma utilizá-lo.
Mas também quero engavetá-lo, tentar fingir que está tudo bem, como venho fazendo na frente dos outros.
BVuenas, hora de trabalhar. Lá vou eu. See you soon.