segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Alguém....


...pode me dar este livro????

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Depois de ler a história

Dois dias depois e terminei de ler Marley e Eu hoje.
Estou com os olhos vermelhos, porque chorei muito enquano lia as últimas passagens da vida daquele cachorro maluco.
Fiquei pensando nos meu gatos e, tenho certeza de que todos aqueles que amam os animais e principalmente, aqueles que têm um bichinho morando debaixo do mesmo teto, colocaram-se no lugar do autor do livro.
Cuidar de uma outra vida não é uma tarefa muito fácil, mas com certeza é o trabalho que mais gratifica no mundo! Principalmente um bichinho. Não existe pessoa que seja como um bicho.
Nós não sabemos metade das coisas que eles sabem , apesar de toda a nossa capacidade de raciocínio, que nos difere deles.
Não sabemos amar da forma que eles nos amam.
Não sabemos viver da forma que eles vivem.
E não sabemos perdoar da forma que eles perdoam.
Uma das leitoras do autor diz que não sabe como ela podia deixar uma cachorro tão pequeno controlar a vida dela. E é essa a verdade: eles vêm, chegam de mansinho, vão se achegando e, quando nos damos conta, já fomos dominados por essa criaturas tão puras.
É realmente duro quando eles vão embora.
E nós não estamos preparados para a morte . Nem a nossa nem a de ninguém que amamos.
Espero que meus filhotes vivam muitos anos ainda, porque são eles que fazem a m inha vida ter algum sentido, porque é só com eles que que eu posso ser da maneira como sou.
É só pra eles que eu consigo me depir da minha carranca de demônio e mostrar o que eu tenho dentro de mim de verdade, porque eles me amam de verdade.
E talvez, eu nunca vá encontrar uma pessoa que me dê aquilo que meus filhotes me dão...

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

O rato

"Eu já ouvi cinqüenta receitas pra te esquecer
Que só me lembram que nada vai resolver
Porque tudo, tudo me traz você
E eu já não tenho pra onde correr."

Talvez nem devesse ter levantado da cama hoje.
A única coisa boa foi ouvir a tua voz meu amor.
Mesmo que ela estivesse carregada de dúvida. Ainda que ela tivesse um tom de raiva.
Fez meu coração bater diferente...
Pena que logo em seguida veio a dor...sim...estar sozinha dói muito.
Mas não poderia ter sido eu. Não fiz. Sou apenas um rato.
Me esgueiro por aí, sem ter nem a coragem de roer o fio elétrico que vai me fazer descansar, que vai me fazer livre desse vazio imenso.
As pessoas não gostam de ratos. Preciso deixar de ser esse bichinho.
Preciso mudar...
Enquanto isso, me resta ir vivendo(ou me arrastando)pelos dias.
Mas a mnorte é um embuste para aqueles que pensam que ela é o final de tudo.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Girassol

Alguém pode me mandar um girassol?
Eu preciso de um grande girassol amarelo!!!
Por favor...mandem um girassol pra mim!
Amarelo, radiante, glorioso.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Gato ou rato?

Eu sou um rato.
Daqueles de esgoto.
Fico fugindo das coisas, das pessoas.
Me esgueirando e tentando passar desapercebida em muitas situações e lugares.

Eu não queria ser um rato.
Queria não ter medo de enfrentar meu pai e dizer umas coisas que me fariam melhorar.
Queria dizer pra um certo cara que ele precisa me dar um motivo pra desistir de vez ou um motivo pra lutar até o fim...
Lutar até que isso que eu sinto passe.

Eu queria mesmo era ser um gato.
Marcar território, fingindo ser carinho.
Altivo, independente, meio indiferente até.
Receber comida, água e cama quentinha.
Receber um pouquinho de amor e me sentir feliz.
Me sentir feliz com o que eu tenho.
Lamber o pelo e ronronar.
Não me importar muito, não precisar de aprovação.
De atenção integral.

Mas é muito mais fácil ser um rato.
Mesmo que as pessoas sintam repulsa.
Ser rato dá menos trabalho.
Apesar da dor.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Algumas coisas que me tornam uma farsa


Sabe aquele dia em que você se dá conta que a grande piada é você???
Fato 1: Odiar pessoas que supostamente odeiam você. Sim. Eu sou do tipo de pessoa que faz disso uma premissa.
Fato 2: Bancar a durona e ter medo de aranha. Sim, sou durona. Uma parede de aço que quando vê uma mísera aranha, mesmo aquelas bem pequenas, quase tem uma parada cardíaca.
Fato 3: Ser taxada de anti-social e morrer de medo de ficar sozinha. Em mim só falta uma plaquinha dizendo: "Cuidado! Cão raivoso." Eu não odeio as pessoas. Tenho medo delas, o que é diferente.
Fato 4: Saber a resposta certa e não falar porque tem medo de que esteja errada. Sou uma total idiota.
Fato 5: Achar a morte muito mais interessante que a vida e ter medo dela. Eu confesso.
Fato 6: Ser pessimista e ter inveja de que é otimista. Sério! Eu adoraria enxergar o lado bom de tudo, mas nunca entendi como as pessoas onseguem fazer isso.
Fato 7: Odiar minha mãe e não poder viver sem ela. Pareço independente mas tenho certeza que eu vou surtar quando ela se for.
Fato 8: Perceber que aquela pessoa que você odeia, tem mais amigos do que você. E por esse fato, odiar ela ainda mais.
Fato 9: Ser inteligente, esperta, perfeita. E ainda assim, não enxergar um palmo na frente dos olhos.
Fato 10: Achar o ódio melhor que o amor, porque o primeiro sempre é correspondido e o segundo não. Entretanto, não ser capaz de odiar como queria e não conseguir fazer mal à uma mosca.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Finalmente

Depois de uma semana tentando conseguir uma coisa importante, eis que hoje, quinta-feira, consegui. E é um alívio falar que eu consegui...Sim, mas ainda dependo da outra parte fazer tudo certo.
E, mais satisfeita eu fiquei, porque dependendo do próximo passo, pode acontecer coisas que, certamente, irão dar o que falar. Se Deus existe de verdade, o bicho vai pegar!
Se tudo se desenrolar como eu espero que se desenrole, explico melhor do que eu estou falando.
Se por um lado umas coisas se resolvem, por outro continuam iguais.
Meu desejo de ter alguém.
Minha teimosia. Se bem que minha teimosia deu bons resultados já.
Minha total incompetência para o mal.
Minha loucura por maçãs.
E a falta de dinheiro.
Tudo normal.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Eu sou cidadão?

Será falta de sexo?
Ou nada tem a ver com sexo?
São hormônios demais ou paciência de menos?
Essa semana começou ruim. Eu até não deveria me estressar, afinal os fatos não são com a minha pessoa. Diretamente não são.
De qualquer forma, sendo comigo ou sendo com a mãe do padeiro, me afetam. E deveriam afetar a você também, que se diz cidadão brasileiro.
Aliás, me apresente o conceito de cidadão que você tem. Garanto que você nem sabe muito bem...pobre não é cidadão, você sabia???
Ora vejam, mas que afronta!!!
Bem, me diga: pobre tem acesso à saúde? Tem condições dignas de vida? Voz ativa? Conhece seus direios e deveres? Sabe a quem recorrer quando td isso é violado?
Pobre só é cidadão em dia de eleição, quando escolhe qualquer calhorda e enfia lá no assento do poder.
Nos outros dias, quando tem que pegar ônibus lotado e pagar caro por isso, quando fica doente e precisa sentar a bunda dolorida numa cadeira dura e depois de horas, é mal atendido, tratado como um animal (opa! Até animal hj em dia está sendo bem tratado. Desculpem a comparação ignóbil.)
Pobre não é cidadão não.
Cidadão espera quanto tempo por uma consulta ou por um exame??
Cidadão é enrolado por alguém??
Aff! Queimem a Constituição e matem todos os que não ganham o suficiente para serem cidadãos!!
Nesse ínterim, eu já não tenho certeza se sou cidadã....E você??

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Sem mais

Sexta-feira última, eu dizia que estava cansada de falar sobre as mesmas coisas.
E eu estou mesmo. Na verdade, toda vez que paro e penso, sinto falta de um norte pra seguir. Mesmo sabendo e dizendo que meu objetivo maior é colar grau e ser uma grande delegada da Polícia Federal, sinto como se não tivesse um rumo.
Chego a pensar no absurdo de que meu rumo é alguém, ou alguma coisa.
Mas e se não for absurdo??
A certa altura da conversa, perguntei quando eu ia parar de procurar, quando eu ia saber que é o suficiente?? E a resposta que eu escutei, não me agradou. Me senti mais perdida ainda...me senti querendo ser normal, ou pelo menos conformada com as coisas.
E aí, levei um tapa: "mas Andréia, procurar é o que põe a vida em movimento!"
Quer dizer então que eu preferia estar parada como uma pedra de rio criando limo??
O que eu queria mesmo é um amor.
De dia de sol no parque.
De coração na boca em final de campeonato.
De abraço sob a chuva.
De discussão por nada.
De ter pra quem voltar.
De ter pra quem ligar contando a nota da prova.
De ter pra quem pedir colo.
De alguém pra reclamar da TPM!
Por que esse amor não chega?? Vai ver que eu não mereço...
Eu realmente estou cansada de falar das mesmas coisas.
Então não vou falar mais. Espero que eu consiga.