quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Depois de ler a história

Dois dias depois e terminei de ler Marley e Eu hoje.
Estou com os olhos vermelhos, porque chorei muito enquano lia as últimas passagens da vida daquele cachorro maluco.
Fiquei pensando nos meu gatos e, tenho certeza de que todos aqueles que amam os animais e principalmente, aqueles que têm um bichinho morando debaixo do mesmo teto, colocaram-se no lugar do autor do livro.
Cuidar de uma outra vida não é uma tarefa muito fácil, mas com certeza é o trabalho que mais gratifica no mundo! Principalmente um bichinho. Não existe pessoa que seja como um bicho.
Nós não sabemos metade das coisas que eles sabem , apesar de toda a nossa capacidade de raciocínio, que nos difere deles.
Não sabemos amar da forma que eles nos amam.
Não sabemos viver da forma que eles vivem.
E não sabemos perdoar da forma que eles perdoam.
Uma das leitoras do autor diz que não sabe como ela podia deixar uma cachorro tão pequeno controlar a vida dela. E é essa a verdade: eles vêm, chegam de mansinho, vão se achegando e, quando nos damos conta, já fomos dominados por essa criaturas tão puras.
É realmente duro quando eles vão embora.
E nós não estamos preparados para a morte . Nem a nossa nem a de ninguém que amamos.
Espero que meus filhotes vivam muitos anos ainda, porque são eles que fazem a m inha vida ter algum sentido, porque é só com eles que que eu posso ser da maneira como sou.
É só pra eles que eu consigo me depir da minha carranca de demônio e mostrar o que eu tenho dentro de mim de verdade, porque eles me amam de verdade.
E talvez, eu nunca vá encontrar uma pessoa que me dê aquilo que meus filhotes me dão...

Um comentário:

Little Fox disse...

Estou com um vovozinho aqui em casa... o Nicolau Copérnico... Amo essa coisa feia de paixão. E rezo todos os dias para que ele fique mais um pouco com a gente.

Não estamos preparados para a morte. Principalmente desses au-aus que, a vida inteira, só pediram para nos amar!