Reta final.
Agora, falta pouco tempo para que eu volte ao "normal".
Não vejo a hora de andar com os dois pés novamente!!!
Ontem, alguém deu sinal de vida, depois de dias.
Mas foi rápido como um corte.
Acho melhor parar de pensar nele.
Difícil, mas tentar não custa.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
Mais = menos
Esperava mais das pessoas.
Decerto é por isso que as coisas são do jeito que são.
Preciso aprender a não idealizar.
Preciso enxergar as pessoas como elas são,
não como eu imagino que possam ser.
Que Deus me ouça e o tempo passe depressa.
Preciso respirar ar puro...
Ver a luz do dia, deixar esse ar viciado pra trás.
Lembrar sempre que mais é igual a menos.
E que o mais simples é o mais importante.
Decerto é por isso que as coisas são do jeito que são.
Preciso aprender a não idealizar.
Preciso enxergar as pessoas como elas são,
não como eu imagino que possam ser.
Que Deus me ouça e o tempo passe depressa.
Preciso respirar ar puro...
Ver a luz do dia, deixar esse ar viciado pra trás.
Lembrar sempre que mais é igual a menos.
E que o mais simples é o mais importante.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Monotonia
Esses dias de bobeira e de não fazer nada têm sido muito chatos.
A TV é um saco e a Internet, não me distrai durante muito tempo.
Alguma leitura, nenhum pensamento que se concretiza.
Coisa que sinto falta mesmo, é de ir pra unversidade.
Do riual sagrado de todos (ou quase todos) os dias.
Descer do bus, caminhar displicente em direção ao estacionamento e, depois, pro buteco.
Pegar o tradicional café, sentar quase sempre na mesma mesa, conversar quase sempre sobre as mesmas coisas.
19:30 horas.
Ir até o bloco, observando as pessoas ao redor.
Passo acelerado constante.
Beijinhos de olá nos colegas. Risadas.
Aula.
Rotineiro??? Sem graça??
Nem um pouco.
Morro de saudades....
Até mesmo de esperar por uma certa pessoa me faz falta.
Só faltam 15 dias...
Vai passar rápido.
Pensamento positivo!!!
terça-feira, 5 de maio de 2009
Mais dez pontos!

De volta por aqui.
Estou em meio de umas férias foçadas.
Imóvel como uma tartaruga de patas para o ar.
Tudo começou quarta-feira passada.
Primeiro, uma moça simpática, mas com um certo ar de sarcásmo por trás do sorriso, me conduziu ao açougue, digo, ao bloco cirúrgico.
Quando eu entrei, me entregou uma roupa muito sexy e um par de sapatos de grife.
Ok. Era uma camisola de hospital que deixava minha retaguarda exposta, uma touca que deixava minha cabeça grande e minha cara gorda e sapatos que me faziam escorregar!
Depois, vestida como uma estrela de Hollywood indo receber o Oscar, um indo moço de olhos combinando com o uniforme, me conduziu à alcova. Então, gentilmente, ele me deitou na cama, afastou minha camisola, deixando meus ombros desnudos. Ai, ai...
Foi então, que de repente, começou a movimentação dos açougueiros, digo, da equipe cirúrgica. O belo moço de olhos azuis empunhava uma grande e poderosa agulha, que de pronto, enfiou a minha mão. O anestesistan sarado encheu meu peito de eletrodos e me deu um troço na veia que me fez ter violentas náuseas. Não sei porque, mas eles riam.
Nisso entra o carniceiro chefe e, sem dó nem piedade, abre meu tornozelo!!!
O troço que me deram no início me deixou tão abobalhada, que só me lembro das piadinhas da estrela vermelha e do frio...sim, parecia que eu estava pelada no pólo norte.
Acabado o serviço, me deixaram curtindo um par de pernas dormentes e um quadril sem comando, por algumas horas na recuperação. Sem falar no bebê chorão de quase dois metros, resmungando de dor e o frio. Porra de frio!!!
Agora, quase uma semana depois, estou por aqui, entediada e no período de engorda.
E jurando, que nunca mais opera da cintura pra baixo.
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