sexta-feira, 30 de janeiro de 2009


EU PROTESTO!!
PROTESTO!!!


PROTESTO NEGADO.
NEGADO.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Muito Sábio

As melhores mulheres pertencem
Aos homens mais atrevidos.
Mulheres são como maçãs em árvores...
As melhores estão no topo.
Os homens não querem alcançar
essas boas, porque eles têm medo
de cair e se machucar.
Preferem pegar as maçãs podres que
ficam no chão, que não são boas como
as do topo, mas são fáceis de
se conseguir.
Assim as maçãs no topo pensam que
algo está errado com elas, quando na
verdade, Eles estão errados...
Elas têm que esperar um pouco para
o homem certo chegar, aquele que é
valente o bastante para escalar até
o topo da árvore.“

MACHADO DE ASSIS

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Reescrevendo

Hoje só vou escrever besteiras...não estou com saco pra mais nada além de besteiras.
Aliás, não vou escrever porcaria nenhuma.
Melhor ficar calada do que escrever qualquer coisa.
Meus olhos não iam aturar lê-las depois...
Putz! Melhor, vou trancrever nossa resposta da prova de realidade brasileira, dando os referidos créditos pra Léia, a colega que me ajudou muito a elaborar o texto.
Lá vai:

"Teoricamente, vivemos em uma democracia: governo do povo, para o povo e pelo povo. Teoricamente porque, se observármos a realidade, veremos que da democracia, só temos o conceito e não a prática realista, para a grande maioria da população. Teoricamente, também possuímos cidadania "pois votamos", é o que respondemos quando alguém nos pergunta o que é ser cidadão. Mas será que este conceito que temos é verdadeiro?? Ser cidadão é apenas nos dirigirmos às urnas??
Desde sempre, preferimos ver o Brasil como uma terra de fartura, alegria, exuberante natureza, de povo lutador. E o próprio povo brasileiro prefere "pintar esse quadro" às outras nações do mundo, escondendo a real situação vivenciada dentro do país: miséria, exclusão social, invisibilidade das minorias e etc, porque afinal, mostrar a realidade não atrai investidores e nem turistas!
Para a minoria dominante, os conceitos de cidadania e democracia são diferentes dos conceitos verdadeiros, têm uma imagem distorcida. Esta pequena parcela utiliza-se da máquina do Poder Público a seu favor, engordando ainda mais suas contas bancárias às custas dos menos favorecidos. Utilizam-se ainda do estado em benefício próprio, mesmo que em detrimento do bem comum, objetivo maior deste Estado.
Há no entanto de se falar, que nem todas as pessoas estão atreladas à "auto-imagem imaginária" do Brasil. existem pessoas que conseguem enxergar a parte com problemas deste belo lugar, mobilizando-se para tentar promover a diminuição das discrepâncias sociais e procurando inserir toda a sociedade no conceito real de democracia. Podemos usar como exemplo, as ONGs e os Movimentos Sociais, como o MST e o MTD, que percebem a falta de ação do Estado com relação a quem não está inserido em nenhum nicho social e não consegue exercer seus direitos.
Mesmo quer o Terceiro Setor seja uma parcela pequena do país e, há de se frizar que menor ainda é o de pessoas sérias e honestas, este tem uma grande importância na vida de quem está a margem da sociedade.
É preciso ainda, que além de auxílio financeiro ou educacional, esta parcela de "menor importância" possa ser vista e ouvida, já que na sociedade capitalista e globalizada, quem não con some não tem lugar e nem é considerado gente.
Para que a sociedade que se imagina possa dar alguma contribuição neste processo, deve-se olhar os erros do passado e não repetí-los. Aqueles que veem os erros devem continuar lutando para que mais e mais pessoas possam compreender que ser cidadão, não é só votar, mas sim, ver os direitos que têm garantidos por lei, sairem do papel.
Poder viver com dignidade.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Trabalho de Férias


O filme "Quanto vale ou é por quilo?", de Sérgio Bianchi, traz uma analogia entre o tempo atual e o tempo em que vivia-se a escravidão dos negros no Brasil, entre a casa grande e a senzala com a elite burguesa e o proletariado favelado do país.
Ele nos mostra a realidade de trambiques e a corrupção existente nos meios onde o dinheiro se faz presente, dando como exemplo as Organizações Não-Governamentais – ONGs, que usam da miséria como um estratagema para enriquecer e engordar cada vez mais as contas bancárias de pessoas que fingem estarem preocupadas com o social, com o bem estar de quem não tem nada.
Chocante é pensar que as pessoas que têm o poder para fazer a realidade do povo um pouco menos dura, não o fazem e, pior ainda, que existem aqueles que fazem em troca do estrelato, da fama de “grande pessoa solidária”, dos milhões de dólares que circulam em tal meio. Enoja ver as cenas de Assistencialismo burguês, oferecendo coisas inúteis, de projetos “sem noção”, a fim de lavar dinheiro ou fraudar a Fazenda Pública, pois, afinal, quem faz um trabalho de caridade sério, merece que não lhes sejam cobrados os impostos para que possam continuar o trabalho bonito que fazem.
Não existe diferença entre o século XIX e agora. O trabalho escravo ainda existe e a miséria ainda envergonha.
Quem quizer e aceitar, que finja que a corrupção não existe, que os projetos sociais são realmente sérios e com pessoas honestas trabalhando. Do contrário, corre-se o risco de pagar o preço do heroísmo. Corre-se o risco de perder a vida, pois quem denuncia o que está errado, é visto como inimigo, pois gente honesta é vista como pedra no sapato do poder.
È uma pena que as pessoas com vontade de trabalhar como deveria ser, ou seja, fazer realmente o trabalho para o social, voltado para as pessoas que estão precisando da verdadeira atenção, estejam de mão praticamente atadas para tanto, pois o dinheiro para tamanho investimento vai parar em mãos erradas, para gastos pessoais e não para reincluir o preso na sociedade, não para ensinar um ofício para o jovem, não para combater a violência na raíz. Infelizmente, nosso país,m a realidade que conhecemos e por isso podemos falar, tem sempre alguém tentando e encontrando uma forma de se dar bem às custas do so frimento dos outros.
Quem não consome, é refugo, como já falava Baumam em seu livro.
Quem não tem dinheiro, está na margem e então, vira literalmente, marginal.
Está tudo errado porque começou errado e ninguém sabe agora, como consertar. Ainda vivemos numa época de escravos e garantismos, de patrimonialismo e democratismo. Dois séculos se passaram e nada mudou. Quantos serão ainda necessários para que se amenize tantos problemas sociais, para que se resolva a falta de estruturas e para que as políticas públicas tenham uma função verdadeira? Quem sabe nossos netos ainda possam ter um futuro menos doente. Assim esperamos...e esperamos.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009


Será que se eu olhar assim, funciona??

Terça nublada

Não perguntem como eu estou e pelo amor de Deus, não me critiquem.
Não digam que não vale a pena chorar quando a gente precisa sufocar uma coisa que a gente queria muito, entregar os pontos e aceitar que perdeu, fingir que nada aconteceu, que é só mais uma pessoa e pronto.
E pronto...
Mas sabe o que mais dói???
O que mais dá raiva??
Não poder colocar a culpa em ninguém, além de mim.
Ter que olhar no espelho e falar pra minha cara: "eu te avisei...tu sabia no que tava se metendo...perdeu, agora engole esse maldito choro, junta os cacos e caminha!"
Alguém poderia dizer: "lembra do velho ditado, a culpa é minha e eu coloco em quem eu quero?"
Desta vez não vai valer.
Quando será que vou aprender?
Parar de catar encrenca???
Quando vou saber quem é o cara certo, aquele que vai me dar a mão, que vai deitar a cabeça no meu colo, que vai me levantar e rodopiar no ar, que vai dizer que minhas sardas são lindas...?
Quando eu vou esquecer da palavra "abraçável"?
Espero que não demore...
"Ah, doce ilusão, poeta mesquinho
tu achavas que eras invencível?
Pois bem, agora ajunta os dentes,
que o vidro se quebrou..."

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Força

14:51h.
Tô segurando a onda ainda...nem tão firme, nem tão forte, mas segurando.
Consegui o que eu tanto queria, mas não consigo usar. Não é que veio sem manual de intruções, é que eu sou um tanto burra pra usar. Só nove teclas de início, depois, duas. Mas eu prefiro continuar esperando...
O que será que eu estou esperando??
Um míssil cair do céu???
Um lindo homem bomba que olhou pra mim e desistiu de detonar???
Oras!!! Minhas mãos bem podiam parar de tremer e minhas pernas pararem de balançar.
Afff!!!
Oh coisa gostosa!!! Eu já esperei bastante tempo, não dá pra me ligar não???
Não dá pra ligar agora e dizer que cansou de mim, que ta de saco cheio e não ta mais afim de almoçar comigo pelo resto da eternidade???
Ou dizer que descobriu, durante um mergulho no mar que eu sou a mulher da tua vida...
Acho que preciso aumentar a dose do meu remédio...

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Ano novo, nada de novo


Buenas!
Tudo de novo então...
Aos seis dias do ano de dois mil e nove (credo, tá parecendo livro ata), as coisas estão correndo nos conformes, como sempre.
Eu, como uma mula empacada esperando um certo "fia da p." ligar, ou mandar algum sinal de fumaça, de luz ou sei lá que diabos pra avisar que não entrou pra nenhuma lista macabra de fim de ano, ou simplesmente, pra dizer: "ano novo, vida nova!"
Eh phoda viu???
Descobertas (ou desconfianças?) estonteantes.
Eu até bebi!! não muito, mas bebi, e isso já é um evento extraordinário.
Minha raiva acumulada por 25 anos, desmoronaram numa onda de piedade natalina.
Muita informação pra 15 dias, como diria meu terapeuta!
Novas regras gramaticais...vixi!! Nem sei se estou escrevendo certo.
Bom, mas também não estou pretendendo a publicação de um livro e nem almejando um Nobel de literatura.
Eu queria mesmo era ver o dito "fia da p."... e dizer pra ele decidir de uma vez.
Pedir encarecidamente pra ele deixar de me tratar como um top sundae do Mc Donalds, que a gente acha gostoso, vai lá, come, joga o copo fora e fica satisfeito por algum tempo.
Só pra esclarecer a situação, sabem??
Pra não deixar nada suspenso, flutuando, esperando...
Tá bom, tá bom...mas eu não estou pedindo demais não.
Deixa eu voltar pro meu suco de laranja de pacotinho!