Hoje só vou escrever besteiras...não estou com saco pra mais nada além de besteiras.
Aliás, não vou escrever porcaria nenhuma.
Melhor ficar calada do que escrever qualquer coisa.
Meus olhos não iam aturar lê-las depois...
Putz! Melhor, vou trancrever nossa resposta da prova de realidade brasileira, dando os referidos créditos pra Léia, a colega que me ajudou muito a elaborar o texto.
Lá vai:
"Teoricamente, vivemos em uma democracia: governo do povo, para o povo e pelo povo. Teoricamente porque, se observármos a realidade, veremos que da democracia, só temos o conceito e não a prática realista, para a grande maioria da população. Teoricamente, também possuímos cidadania "pois votamos", é o que respondemos quando alguém nos pergunta o que é ser cidadão. Mas será que este conceito que temos é verdadeiro?? Ser cidadão é apenas nos dirigirmos às urnas??
Desde sempre, preferimos ver o Brasil como uma terra de fartura, alegria, exuberante natureza, de povo lutador. E o próprio povo brasileiro prefere "pintar esse quadro" às outras nações do mundo, escondendo a real situação vivenciada dentro do país: miséria, exclusão social, invisibilidade das minorias e etc, porque afinal, mostrar a realidade não atrai investidores e nem turistas!
Para a minoria dominante, os conceitos de cidadania e democracia são diferentes dos conceitos verdadeiros, têm uma imagem distorcida. Esta pequena parcela utiliza-se da máquina do Poder Público a seu favor, engordando ainda mais suas contas bancárias às custas dos menos favorecidos. Utilizam-se ainda do estado em benefício próprio, mesmo que em detrimento do bem comum, objetivo maior deste Estado.
Há no entanto de se falar, que nem todas as pessoas estão atreladas à "auto-imagem imaginária" do Brasil. existem pessoas que conseguem enxergar a parte com problemas deste belo lugar, mobilizando-se para tentar promover a diminuição das discrepâncias sociais e procurando inserir toda a sociedade no conceito real de democracia. Podemos usar como exemplo, as ONGs e os Movimentos Sociais, como o MST e o MTD, que percebem a falta de ação do Estado com relação a quem não está inserido em nenhum nicho social e não consegue exercer seus direitos.
Mesmo quer o Terceiro Setor seja uma parcela pequena do país e, há de se frizar que menor ainda é o de pessoas sérias e honestas, este tem uma grande importância na vida de quem está a margem da sociedade.
É preciso ainda, que além de auxílio financeiro ou educacional, esta parcela de "menor importância" possa ser vista e ouvida, já que na sociedade capitalista e globalizada, quem não con some não tem lugar e nem é considerado gente.
Para que a sociedade que se imagina possa dar alguma contribuição neste processo, deve-se olhar os erros do passado e não repetí-los. Aqueles que veem os erros devem continuar lutando para que mais e mais pessoas possam compreender que ser cidadão, não é só votar, mas sim, ver os direitos que têm garantidos por lei, sairem do papel.
Poder viver com dignidade.
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