Ok...acabou na sexta-feira (assim como Cristo morreu na sexta), com ofensas de ambos os lados, palavras duras e ensandecidas de raiva feriram o fone e os ouvidos das duas criaturas que estavam a se xingar.
Ele mandou ela cortar os pulsos, e ela pensou: "que se mate de uma vez!!"
Toda aquela preocupação um com o outro, se desvaneceu em palavrões.
Algumas lágrimas, ddepois olhos vermelhos e mais nada. Nem parecia que tinha o fim chegado enfim...´
Alívio.
Ela riu com os colegas, foi para casa, fez o que tinha de ser feito e dormiu. Acordou no outro dia e terminou o que havia começado na outra noite. Depois saiu. Não chorou mais.
Nem parecia que tinha terminado.
Ele saiu com os amigos e bebeu. Não sei se chorou ou se lamentou.
No domingo, quando ela se deu conta do que tinha acontecido, bateu o desespero...e veio o ataque borderline.
Primeiro a constatação: estou sozinha.
Segundo, o pânico e depois do pânico, o desespero.
o peito apertava, o coração palpitava, a garganta se fechava e o ar não chegava nos pulmões.
Lágrimas....muitas lágrimas. Uma torrente.
Enfim, conseguia chorar de verdade.
Mas era um choro doído...uma vontade doida de morrer, mas não pelo fim do relacionamento e sim, pela solidão. Tinha medo do vazio da casa.
Ligou para um amigo...ah, sinto mto..minha bateria está acabando.
Ligou pro outro. Pedido de desculpas.
Muitas lágrimas mais tarde, elas secaram. Parou de chorar e viu TV. Dormiu.
E o ataque borderline foi embora, sem mtas seqüelas.
Espero que não volte tão cedo.
PS: contei meu segredo pra uma pessoa...gostaria de ler pensamentos.
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